Polícia

PF prende suspeito que se passava por policial federal em aeroporto do RN

Suspeito tentou embarcar em voo doméstico utilizando documento falso semelhante ao funcional da instituição.

A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (26/2), um homem que se passou por policial federal nas dependências do Aeroporto Internacional de Natal.

O suspeito utilizava vestimentas semelhantes às adotadas por policiais federais e portava documento falso similar ao cartão funcional da instituição. Ele tentava embarcar em voo doméstico quando apresentou a identificação irregular, fato que motivou a abordagem e a verificação pelos policiais.

Após a constatação de falsidade documental e de indevida identificação, o homem foi conduzido à unidade da Polícia Federal, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.

O investigado poderá responder pelos crimes de uso de documento falso e de falsa identificação funcional.

Operação PF

PF deflagra operação contra fraudes bancárias eletrônicas

Operação Citrus apura uso de interpostas pessoas para pulverização de valores obtidos mediante golpes virtuais

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (26/2), a Operação Citrus, com o objetivo de combater fraudes bancárias eletrônicas praticadas por meio do uso de contas de terceiros para ocultação e para dissimulação de valores ilícitos.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela 14ª Vara Federal da Capital, em imóvel localizado no município. No local, foram apreendidos um aparelho celular, uma máquina de pagamentos e comprimidos de substância sintética com características de entorpecente.

As investigações apontam que o suspeito recebeu dezenas de transferências bancárias em curto intervalo de tempo, oriundas de fraudes praticadas contra correntistas de instituição financeira pública. Em apenas quatro minutos, foram identificadas 66 transferências vinculadas à ação criminosa.

A apuração indica a utilização da prática conhecida como Pulverização, estratégia empregada para fragmentar valores subtraídos de vítimas e distribuí-los entre contas de terceiros, dificultando o rastreamento dos recursos.

O investigado poderá responder pelo crime de furto qualificado mediante fraude eletrônica e por outros delitos que venham a ser identificados no curso das investigações.

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